Vocês já pensaram em participar de um programa de auditório? NÓS FIZEMOS ISSO! SIM! AAAAAAA! AO VIVO E A CORES!

Trabalhamos nesses últimos meses com a criação do espetáculo RocaBilly, uma paródia dos programas de auditório que foi apresentado no dia 10/08 no Teatro Municipal de Vila Velha. Com muitas danças, brincadeiras, improvisações e exibição dos nossos trabalhos em vídeo criados durante as aulas de Audiovisual Para Cena.
Para começar, escolhemos primeiro nossos figurinos para intensificar a fantasia do universo televisivo e criar toda a magia retrô que tínhamos em vista. Eu me inspirei num look esportivo bastante utilizado nos anos 80, que era um short curto, faixa na cabeça e meias quase no joelho.
Escolhemos também várias músicas, dentre elas Ragatanga e Onda Onda que foram as escolhidas para os ensaios. Criamos também brincadeiras para entreter o público e para preencher nosso espetáculo a Shalline teve a ideia da utilização de jingles em acapella. Fizemos uso também de plaquinhas de reação como: "Aplausos", "HAHAHA", "Ohhhh", etc.
Algumas sacadas geniais que tivemos durante os ensaios foi a utilização de uma arma de brinquedo para causar uma reação de espanto durante a escolha do grupo do Roger, outra coisa genial foi a utilização de tortas de chantilly para punir quem tivesse errado as regras de jogo e punir as vezes (quase sempre) nossos atores que estavam jogando.
Outro requisito para a criação dos nossos personagens era que cada jogador precisava de um codinome, uma fala interna e um monólogo interior. Segue abaixo os escolhidos por mim:
Codinome: BolaGato
Monólogo Interior:
- Esse tremor é no meu peito ou são minhas pernas? Eu to muito nervoso! A luz me cega, mas eu preciso acordar. É ISSO QUE EU QUERO. Eu estou realizando meu sonho e eu vou entreter vocês. VAMOS LÁ!
Fala Interna:
- PORRA! OLHA EU AQUI! ME NOTA, CRUSH! ESSA LUZ TA MUITO FORTE, MAS EU TO AQUI PRA ISSO! OLHA LÁ, OLHA AQUI, EU SOU MUITO SENSUAL! DEIXA EU REBOLAR A MINHA RABA! FUI!
O espetáculo tinha como intuito, promover nossos jogos de improvisação onde utilizávamos de "QUEM, ONDE E O QUE? & as regras de jogo" e buscávamos durante o jogo uma resolução para o problema exposto. Percebemos também que a improvisação perde seu brilho quando repetida várias vezes, como diria Viola Spolin: "O intuitivo só pode responder no imediato". Apesar de não ter jogado, eu tive uma experiência maravilhosa cuidando da iluminação, era algo com o qual eu nunca havia trabalhado (NÃO É TÃO SIMPLES COMO MUITA GENTE PENSA) e foi muito gratificante me sentir importante para o espetáculo.
"A única coisa que me espera é exatamente o inesperado." (Clarice Lispector)


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